quinta-feira, 13 de maio de 2010

O IVA aumenta, a culpa é da Coca-Cola...Matem a Coca-Cola


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E que tal alterar a taxa das "Cocas-Colas" deste nosso PORTUGAL para a taxa intermédia e manter os bens essenciais na taxa reduzida?

quarta-feira, 12 de maio de 2010

VII Encontros de Cultura em Serpa

Programação
De 3 a 13 de Junho, no Centro Hístórico de Serpa, com entrada livre

Praça da República [21h30]

Dia 3, quinta “Vozes que Cantam Cultura” Espectáculo enRede Portugal/Espanha/Brasil/Cabo Verde/Médio Oriente

Dia 4, sexta Simentera Cabo Verde

Dia 5, sábado Mawaca Brasil

Dia 6, domingo Emir Kusturica & No Smoking Orchestra Sérvia

Dia 9, quarta Timbila Muzimba Moçambique

Dia 10, quinta Dia do Cante Portugal

Dia 11, sexta Zazhil México

Dia 12, sábado Pablo Milanés Cuba

Dia 13, domingo António Zambujo Portugal

Espaço Nora [fora de horas]

Dia 3, quinta Pedra d’Água música tradicional portuguesa

Dia 4, sexta Efracuba/All Stars boleros cubanos

Dia 5, sábado Lucky Dukies anos 60/70

Dia 6, domingo Óscar Paiva e Fabiana Gongora tango argentino

Dia 9, quarta Roda Choro de Lisboa chorinho brasileiro

Dia 10, quinta João Frade acordeão

Dia 11, sexta Fado em Si Bemol fado alternativo

Dia 12, sábado Easy Speak Band soul/funky

Dia 13, domingo Cruzeiro música tradicional portuguesa

 
 

Privilegiar a cultura em todas as suas vertentes – e os seus agentes, como um factor de desenvolvimento local e regional, em que a identidade local se conjuga com a diversidade cultural global –, é o objectivo da Câmara Municipal de Serpa ao promover o Encontro de Culturas.

Em sintonia com a política da autarquia que preconiza a cultura como veículo de desenvolvimento sustentável para o concelho, esta 7ª edição reúne elementos da cultura portuguesa, brasileira, cabo-verdiana, moçambicana, mexicana, cubana, sérvia, argentina, espanhola e do Médio Oriente, promovendo assim o concelho a nível cultural e turístico junto dos vários públicos e artistas presentes.

O Encontro de Culturas, já na sua 7ª edição tem vindo a provar, ano após ano, que é sem dúvida um dos mais importantes projectos culturais da Câmara Municipal e um dos que mais visitantes suscita a Serpa, para além de, e mais importante ainda, apelar à população do concelho que acorre em grande número ao Centro Histórico de Serpa para participar nos espectáculos propostos.

A oferta musical é diversificada. Os cartazes das edições anteriores incluíram sempre, para além dos nomes internacionais e nacionais tais como Carlinhos Brown, Carlos do Carmo, Mariza, Chico César, Gilberto Gil, Lura, Bonga, Cesária Évora, Waldemar Bastos, Galandum Galundaina, Paulo Flores, Tito Paris, Gaiteiros de Lisboa, Janita Salomé e Toquinho entre muitos outros, os ‘grandes nomes’ da casa como grupos corais e grupos de música tradicional do concelho. Exemplo disso é o espectáculo enRede - Rede Internacional de Municípios pela Cultura, este ano denominado “Vozes que Cantam Cultura” e reúne expressões de Portugal, Espanha, Brasil, Cabo Verde e Médio Oriente que abre o evento e que reúne parcerias culturais de vários municípios nacionais e internacionais, e o Dia do Cante, a 10 de Junho, como valorização do património cultural do concelho em particular e do Alentejo em geral. Para além dos espectáculos musicais e animação de rua, o Encontro de Culturas proporciona também workshops, animação e oferta cultural diversa.

De acordo com a autarquia de Serpa, o 'Encontro de Culturas 'é também ponto de partida para a discussão do que é a cultura e as indústrias culturais e do que são as identidades locais e as diversidades culturais, permitindo ainda o fortalecimento das redes de intercâmbio criando um espaço para o estabelecimento de diálogos e contactos entre os diversos promotores e agentes culturais. Foi no Encontro de Culturas de 2006 que 'nasceu' a enRede - Rede Internacional de Municípios pela Cultura.

sábado, 8 de maio de 2010

As Crises do Capitalismo

A história do capitalismo regista, numerosas crises cíclicas de longa duração como as seguintes: 

1819-1821 


1847-1848

1871-1873

1902-1903

1929-1933 

1974-1975

Para quando a próxima?

sexta-feira, 30 de abril de 2010

O cú das calças e a feira de Moura...

Depois de ler esta notícia, não posso deixar de reflectir sobre a mesma.

Onde alguns podem ver a ambição legítima de uma pessoa que quer engrandecer Beja através da concretização de 2 ou 3 projectos semelhantes a OVIBEJA ou não consigo deixar de ver um grande desfasamento da realidade.

Comecemos pelo principio, para concretizar um projecto desta envergadura é necessário não dar passos maiores que as pernas, ou seja é necessário um planeamento sustentado que não vise atingir o êxito no imediato, por norma este tipo de certames são implementados de uma forma gradual, crescendo de ano para ano, a OVIBEJA contabiliza 27 edições, são 27 anos de aprendizagem com os erros próprios para alcançar o sucesso que hoje têm, a OVIBEJA de hoje nada têm a ver com a há 10 anos atrás e muito menos terá a ver com a sua 7ª edição, logo ter a presunção de conseguir organizar 2 ou 3 eventos semelhantes cai no ridículo e menospreza o trabalho realizado por quem organiza a OVIBEJA.

Na melhor das hipóteses Pulido Valente terá um prazo temporal de 12 anos no leme do Município de Beja, pretendendo nesse espaço temporal concretizar 2 ou 3 eventos semelhantes de periodicidade bianual, ou seja o homem idealiza alcançar por 3 vezes e em 6 edições ou que outros “SÓ” conseguiram atingir em quase 3 décadas uma única vez…

Amanha* irá prometer implementar a Agência de Promoção Económica, um parque empresarial com uma política de solos que estimule o investimento, uma política de marketing territorial, bem como um Gabinete do Empreendedor, que seja uma ferramenta ao serviço dos empresários, nomeadamente em três áreas de excelência: vinho e azeite, aeronáutica, e água, ambiente e energia, a Loja do Cidadão, a Loja do Munícipe, uma Unidade de Cuidados Continuados, uma Unidade Móvel de Saúde e Companhia, bem como aumentar a escassa oferta de lugares em infantários ou melhorar a qualidade da democracia, com iniciativas como a Paxpédia, Bej@fácil e o Provedor do Munícipe...

*P.S. Fui agora informado que em Outubro passado já o fez.

Sei que em tempos de crise surgem por norma grandes heróis, talvez esteja encontrado o herói do nosso querido ALENTEJO

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Privatização dos CTT

Porquê a privatização dos CTT?

- não é para o Estado se libertar de uma empresa incómoda que dá prejuízos, porque os CTT, desde que são empresa, sempre deram lucros;

- não é para melhorar a gestão que, pelos vistos, tem agradado a todos os governos e, ainda por cima, goza de apreciável prestígio internacional;

- não é para que os portugueses sintam que têm um melhor serviço de correios porque, apesar de muitas queixas, eles continuam a sentir-se “confortáveis” com a “sua” empresa de correios. E, nas empresas já privatizadas, a única evidência que temos não é a de que o serviço que prestam melhorou, mas tão só a de que os enormes lucros que, apesar da crise, têm tido, vão para mãos privadas em vez de irem para os cofres do Estado;

- não é porque o serviço de correios está em extinção (a velhíssima ideia de que as telecomunicações seriam o coveiro dos correios) porque, apesar de começar a haver indícios de que o tráfego postal tradicional está a baixar irreversivelmente, há ainda muitos anos pela frente de cartas e encomendas para distribuir e os novos serviços que o correio presta (designadamente financeiros, publicidade e comunicações de todos os tipos) vão compensando essas perdas;

- e não é porque uma empresa privada seja capaz de fazer exactamente o mesmo que uma empresa pública, porque seguramente não o fará. Poderá até assegurar, nos serviços rentáveis, um bom serviço; mas os outros, os que o não são, mas que por razões de natureza social não podem deixar de ser prestados, ou serão deixados para trás ou terão que ser financiados pelo Estado.

Se não é de nada disto que se trata, então o que se está a fazer é tentar resolver um problema de contas do Estado com uma receita comprovadamente liberal, que Manuela Ferreira Leite utilizou em larga escala quando era ministra da finanças, então com a forte oposição do Partido Socialista.

Parecendo estar a resolver agora um problema, o governo está de facto a hipotecar o futuro. Ao vender uma empresa como os CTT, não está a aliviar o Estado de qualquer fardo, porque que os CTT nunca o foram, ou de responsabilidades que podem não ser suas: estará vender Estado, ou seja, a passá-lo para outras mãos. E estará a vendê-lo a baixo preço (vejam-se os valores porque foram vendidas as empresas já privatizadas) porque, em situação de fraqueza negocial do Estado, nenhum comprador estará disposto a comprar-lhe uma empresa pelo seu real valor. Mais grave ainda, estará a vender apenas o que é bom de uma boa empresa, preparando-se para fazer pagar aos portugueses a factura dos serviços sociais não rentáveis, que uma futura empresa privada não vai fazer sem a compensação adequada.

Mas o governo estará também a fragilizar a democracia, ao tomar decisões que qualquer governo futuro, ainda que seja eleito com um programa “nacionalizador”, terá imensas dificuldades em reverter. Prova disso são as acusações de irrealismo que por todo o lado surgem contra os partidos de esquerda que falam em “nacionalizações” de empresas estratégicas que foram privatizadas, porque o Estado não tem hoje o dinheiro necessário para pagar o que recebeu por elas, apesar de terem sido vendidas ao desbarato. E, passando serviços e funções estratégicas do Estado para o sector privado, que controlo poderá ter o povo português sobre a respectiva gestão?

A situação não podia ser portanto mais clara: com a privatização dos sectores mencionados pelo ministro das Finanças, onde se incluem os CTT, não vamos ter menos Estado: vamos ter mais Estado em mãos privadas e menos democracia nas mãos do povo.”



Agostinho Santos Silva (Quadro dos correios desde 1971 até se aposentar, há um ano e meio, foi, entre 1994 e 2008, director de equipamento postal e frota, director de sitemas de informação dos Correios e administrador da Mailtec, empresa pertencente aos CTT .) 
 
 
«Privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos .
E finalmente, para florão e remate de tanto privatizar, privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concurso internacional. Aí se encontra a salvação do mundo… e, já agora, privatize-se também a puta que os pariu a todos.»

José Saramago – Cadernos de Lanzarote – Diário III – pag. 148

sábado, 6 de março de 2010

E o ar deu a resposta...


Ficamos de apurar e divulgar a resposta a pergunta que em baixo deixamos e aqui estamos a cumprir o prometido.
Segundo o que o Politburo Local apurou junto do “Hospital” de S. Paulo (assinalamos o hospital entre “…” porque o Hospital de S. Paulo de Hospital já bem pouco têm, mas isso será assunto para abordar posteriormente) os deputados do PS encontram se já vacinados para tal patologia, uma vez que devido ao excesso de produtos adquirido pelo nosso DesGoverno, foi ordenado pelo “Chefe” a vacinação de todos os seus boy’s.
Apuramos também junto do porteiro do edifício da CMS, que tais ilustres personagens não foram avistadas nesse dia, afirmou ele que passou a tarde a fumar cigarros com o pé encostado no exterior do edifício.
Então o que se passou? Perguntamos nós.
Será que os deputados do PS da Assembleia Municipal de Serpa não compareceram na sessão do dia 2 de Março porque não conseguem cumprir com o que os poucos eleitores do concelho de Serpa lhe confiaram?
Será que não conseguem defender os interesses dessas poucas pessoas, não foram muitas a votar no PS nas últimas eleições autárquicas por isso não deve ser uma tarefa muito complexa.
Senão conseguem defender ideias de uma minoria como querem aspirar a defender uma maioria?
É fácil não se comprometer, basta não aparecer…
Votar a favor, contra ou abster-se será assim tão difícil? Não foi para isso que foram eleitos?
No futebol, a falta de comparência de uma equipa a um jogo tem como consequência uma derrota por 3-0, na política perde-se credibilidade, mais isso só faz falta a quem a têm.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Pergunta para o ar....

Qual terá sido a razão que levou os deputados do PS a não comparecerem na sessão extraordinária de ontem da Assembleia Municipal de Serpa?




Terá sido um surto de gripe aviaria? Ou não terão conseguido encontrar a sala de sessões?



Iremos procurar e divulgar as razões de tão estranho facto…